junho 01, 2005

O Dia que Há em Nós

Porque hoje é Dia Mundial da Criança, a edição do Público traz um exemplar de Les Triplettes de Belleville, em DVD, na troca de sete euros [défice incluído].

Porque se trata do melhor filme de animação-musical dos últimos séculos em diferentes galáxias, e porque o DVD traz extras apetitosos, como making of e comentários do realizador, compensa até ter que trazer o pasquim para casa, se não resultar o habitual choradinho junto do jornaleiro.


Comentários

Gosto dos filmes bons, sejan como sejam. Apetece-me muito ver "Les Triplettes de Belleville", mas até agora não tive oportunidade...

Endrominado por: Martin Pawley em junho 2, 2005 02:04 AM

E tu gostas de filmes de animação, Martín?! Ainda por cima musicais!? Eu adoro os primeiros e abomino os segundos, generalizando [que não devia], mas este é dotado de um humor absurdo e algo trágico que resulta às mil maravilhas.

Endrominado por: moStrenGo adamastoR em junho 1, 2005 11:53 PM

Você pode crer que eu ainda não vi esse filme?

Endrominado por: Martin Pawley em junho 1, 2005 11:49 PM

É mesmo assim tão bom???

Endrominado por: Gonçalo em junho 1, 2005 07:00 PM

E isso era necessário, Beto?! Não merece o dinheiro que pedem por ele, mas já que o compraste podias tê-lo folheado. Às vezes até vêm lá uns textos interessantes copiados de blogues! ;-]

Endrominado por: moStrenGo adamastoR em junho 1, 2005 06:08 PM

Não consegui "endrominar" a senhora que me obrigou mesmo a comprar o Jornal. Mas olha, deitei-o logo fora, mesmo no caixote ali ao lado na paragem de autocarro. :|

Endrominado por: Beto em junho 1, 2005 05:37 PM

O filme é excelente, mesmo apesar de ser um musical, que eu detesto!!!

Endrominado por: Klank em junho 1, 2005 03:49 PM

Oh... Hoje ainda não fui ver os jornais... Se soubesse, tinha comprado. Pode ser que, quando sair da faculdade, ainda tenha sorte :)

Endrominado por: Pipinha em junho 1, 2005 03:45 PM

Tivemos a mesma ideia

:)

Endrominado por: Papo-seco em junho 1, 2005 03:10 PM

a minha jornaleira nunca me obriga a levar nada que não queira e ainda me oferece coisas, tipo revistas que sobram.

Mas o Público.. um dia cheguei lá, com o jornal debaixo do braço, para comprar um livro que tinha saído há uns tempos e que me interessava. E não é que para levar o dito cujo livro tinha que comprar o jornal também?
Primeiro ainda pensei que me estivessem a oferecer o jornal e disse: obrigada, mas já tenho. Então a tipa responde que não, que não estava a dar, que estava a vender. E eu disse: ah, mas o jornal não quero, já o li. E a tipa diz: mas é obrigatório comprar o jornal para comprar o livro, são as regras (tudo com cara de poucos amigos).
E eu ainda me dei ao trabalho de responder: bom, talvez a "regra" faça sentido quando se compra o livro no próprio dia na banca, mas não passado um mês e quando já se tem um jornal debaixo do braço!
Pois, mas são as regras - diz a tipa, implacável.
E eu, mais implacável ainda, escrevi ali mesmo uma carta ao director a explicar o absurdo da situação. E, como é óbvio, não comprei livro nenhum e enfiei-me na Bertrand, mesmo ali ao lado, onde encontrei uma outra edição do mesmo livro, por sinal mais barata e melhor.

Ah! E tenho o CD do Triplettes de Belleville para a tua rádio no blog... Vai bem com Mozart, como no filme.

Endrominado por: Inês em junho 1, 2005 02:17 PM




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