janeiro 24, 2006segundo serviço
Ninguém imaginaria fazer a Scarlett Johansson o que Woody Allen lhe faz, em Match Point. Felizmente, faz-lhe coisas bem melhores, antes disso. O filme é perfeccionista, da banda-sonora ao humor negro, do countryside verdejante à tranquila Sheperds Bush, das salas amplas e labirínticas da Tate Modern à vista panorâmica sobre o Tamisa. Mas afinal, vale mais ter sorte, ou ser bom? Comentários
são frescos, são... Inês: tu sabes que os teus neurónios estão frescos e percebes sempre tudo à primeira... Endrominado por: fada em fevereiro 12, 2006 01:47 AMFada: o teu 1/4 começa na cena da aliança que não cai ao Tamisa? Endrominado por: Inês em fevereiro 11, 2006 04:44 PMrepito-me...afinal a idade não perdoa... Endrominado por: fada em fevereiro 11, 2006 03:43 PMInês, inda bem que me sossegas. Endrominado por: fada em fevereiro 11, 2006 03:41 PMInês, inda bem que me sossegas. Endrominado por: fada em fevereiro 11, 2006 03:41 PMAh, é verdade: respondendo ao Monstro - Sorte, claro. O talento não serve para nada se não tiveres sorte. Não estás velha, Fada. Já viste foi muitos filmes do Woody Allen, o que não é difícil dado que a criatura produz que se farta. Filipa, Fada, também não digo genial! Porque o Woody elevou-nos o patamar, mesmo com filmes ainda menos geniais, nos últimos tempos. Mas se fosse obra de doutro gajo qualquer.. diríamos sem hesitar. Endrominado por: moStrenGo em fevereiro 1, 2006 01:31 AMxoda-se... claro que tem piada! Claro que é um filme inteligente, claro que é woody allen, claro que nada ali é acaso, claro que tudo está carregado de significados, acho que apanhei quase todos mas... apetecia-me mais. Queria dizer "genial"! Senti-me gozada. Durante 3/4 do filme não me surpreendi. Estou velha... Endrominado por: fada em fevereiro 1, 2006 01:22 AMxoda-se... claro que tem piada! Claro que é um filme inteligente, claro que é woody allen, claro que nada ali é acaso, claro que tudo está carregado de significados, acho que apanhei quase todos mas... apetecia-me mais. Queria dizer "genial"! Senti-me gozada. Durante 3/4 do filme não me surpreendi. Estou velha... Endrominado por: fada em fevereiro 1, 2006 01:21 AME é verdade, pois, tem... a Scarlett Johansson. Ou seja, é filmada apaixonadamente uma mulher. Totalmente à Woody Allen! E esta já foi apanhada,consta que será a estrela do próximo filme dele (se entretanto não se fartar de a ver na tela, já que pelas bandas da indústria cinematográfica americana toda a gente parece toda ter apanhado "scarlatina") ;-) Fada, tem piada, tem. Eu achei. Mas isto sou eu que gosto de humor negro. É engraçado... Eu gosto do Woody e sigo-o desde o início dos anos 80 (embora tenha visto os anteriores, mas não todos) e não me senti de modo algum defraudada com este filme... Luis Filipe Jorge foi muito bom a falar aqui sobre o filme. E a minha sorte foi ter ido a uma sala grande, à semana, à hora do almoço. Gozei o filme pelo que vale, como o Monstro diz. De onde conclui que a sorte pode não durar uma vida. O filme não é mau. MAs não é bom. Onde está o Woody????? Sobretudo, onde estão as piadas? Só detectei duas.... Endrominado por: fada em janeiro 31, 2006 11:20 PMPois...eu vi este filme no domingo e fiquei com a ideia que um "gaijo" com Sorte consegue sempre vencer na vida...até matar duas pessoas (ou três) e viver em grande...embora a lição final que se tira é: "quem é criminoso normalmente não tem consciência....neste caso o Chris tinha...como tal viverá infeliz para sempre..." Endrominado por: Elefante Branco em janeiro 31, 2006 03:49 PMAinda não fui ver, por isso não comento. 1. Woody Allen deve ser o único realizador do mundo a quem os críticos atribuíram uma classificação própria: "woody allen maior" ou "woody allen menor". Não a utilizarei por ser evidentemente ridícula e porque este filme é, nas palavras de uma qualquer actriz de novelas a uma qualquer revista de TV, "diferente"; 2. Woody quer ser tão diferente que troca a comédia pelo drama, Nova York por Londres, o jazz pela ópera, as one-liners por parágrafos sensaborões sobre a culpa e o desejo, enfim, tão diferente que até se anula do filme (e não apenas como personagem); 3. O Rhys Meyers, além de surpreendentemente canastrão, teve bem mais química com Ewan McGregor, em Velvet Goldmine, do que nesta película com "la" Scarlett; 4. Aliás, Scarlett e Jonathan são tão parecidos que mais parecem irmãos. Se a ideia passasse por aí, quiçá sobrasse qualquer coisa de interessante; 5. Allen quer ser subtil mas falha redondamente. As referências a Dostoievsky não são discretas, até temos direito a um plano do calhamaço do "Crime e Castigo" nas mãos do protagonista; o primeiro encontro entre os mútuos objectos de desejo, na sala do pingue-pongue, pretende simular as velhas cenas de sedução que fizeram história nos primeiros clássicos do cinema mas, para ser franco, já vi mais subtileza em certos vídeos porno - o engate é tosco, rude, mal conseguido; 6. A Londres deste filme é uma miscelânea de cartões-postais, e mesmo assim filmados com mal confessada vergonha. O realizador não parece, claramente, à vontade neste cenário; 7. Na minha opinião, Matchpoint daria uma excelente curta-metragem: o bom prólogo, o brilhante epílogo e duas ou três cenas pelo meio. Tudo o resto, e estou a falar de uns bons 80% do filme, faz lembrar os pastelões à James Ivory; 8. Woody Allen parece ter caído na sua própria armadilha, a que revelava no "twist" de Hollywood Ending: a crítica americana arrasa o filme de um realizador vítima de cegueira psicossomática (e não confessada) mas a crítica europeia, em especial a francesa, tece loas à obra. A este pesadíssimo, trapalhão e por vezes inverosímil "Matchpoint", para levar os críticos do Público ao orgasmo, só lhe falta mesmo ser falado em francês; 9. Num filme sobre o acaso e a importância da sorte e do azar, o realizador caminhou sobre uma linha demasiado ténue: ao filmar a aristocracia britânica de forma tão académica, onde todos são uma caricatura de tédio, snobismo e aborrecimento, dificilmente não resultaria um filme entediante, snob e aborrecido. Teve azar; 10. Poupo-vos aos detalhes patéticos do crime e ao storyline - porque, apesar de tudo, odeio os tipos que me estragam a ida ao cinema por revelarem a história mas sempre vos digo que a sinopse desta película não seria desdenhada por Tozé Martinho; ps: "Allen's menores"?! Dêem-me uma "Maldição do Escorpião de Jade" anytime! Endrominado por: Luis Filipe Borges em janeiro 27, 2006 02:30 AMAmiga Carla das certezas inquestionáveis, Eu sempre disse que o meu amigo era uma boa alma, pois se ainda precisa de ver filmes para responder a essa dúvida... Definitivamente, um filme que não posso perder! Endrominado por: Pipinha em janeiro 26, 2006 12:25 AMNão sei, mas este filme é (muito) bom e tem tido sorte. Endrominado por: gonn1000 em janeiro 25, 2006 02:20 PMEm ambos os casos depende das circunstâncias, como o filme bem demonstra: nem a sorte, nem ser bom, têm uma definição linear. Por vezes a sorte é ultrapassar obstáculos, noutras é precisamente não o conseguir; e podemos ser bons para umas pessoas, estando a ser umas bestas para outras...Até o ser bom profissionalmente pode ter diferentes interpretações! ;-) O filme deixa essa pergunta, quando se vê a sua cara de profunda tristeza, apesar dos festejos de toda a família!! Endrominado por: Hugo em janeiro 24, 2006 08:58 PMa Scarlett é virgem e é só minha, meus amigos. Uma Benção † Endrominado por: Irmão Público em janeiro 24, 2006 07:35 PMBasta muita sorte, porque ela traz o dinheiro e depois vem o resto. Mas acho que os bons nunca têm muita sorte, não é??! Endrominado por: Beto em janeiro 24, 2006 05:37 PMè preciso ambos. Se fores bom e tiveres azar, não chega. Endrominado por: Nix em janeiro 24, 2006 03:19 PMNós fazemos a nossa própria sorte e para isso é preciso ser bom. Também achei o filme perfeccionista e a companhia perfeita :). Endrominado por: Twilight em janeiro 24, 2006 03:05 PMDos ensinamentos do filme, eu diria "ter sorte" ;) Endrominado por: Cientista em janeiro 24, 2006 02:02 PM |